Aquele com o bando de moça

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          Dizem que viadagem hoje é moda. Ou, como a política da boa vizinhança manda vide Chaves, a temática do estilo de vida homossexual tem sido frequentemente posta em questão.

Blah!

          O fato é que as bicha tão aí e o assunto é, no mínimo, um “babado”.

        Não há, entretanto, como evitar aquelas perguntas de sempre – que vem mais dos heteros do que dos homos. Na verdade, nem são bem perguntas, são mais afirmações.

* Deus aprova o homossexualismo. (?)

* Se os anjos são todos “meninos”, eles não fazem sexo. (né?)

* Os gays vão pro inferno. (?)

* Alguém pode escolher renunciar da vontade de dar pra alguém do mesmo sex(ch)o. (?)

* Adão comeu a fruta (ou não comeu?)

* Uma pergunta particular minha: Porque as bolas dos homens são pra fora? Essa linha pode estar certa, mas está bem torta, Brother God.

* Blah Blah Blah Mih Mih Mih Nhem Nhem Nhem. (?)

* Dentre outras coisitas más.

          Lógico que não sou eu quem vai entrar nessa questão tensa em cristo. O guru da vez é o musical das’américa – leia-se, estadunidense; porque eu sou uma pessoa fina, THE BIG GAY MUSICAL – ou em tradução livre como um pássaro, O GRANDE MUSICAL GAY.

Não acho que isso seja SPOILER pra quem não viu o musical por dois motivos:

Primeiro: A produção não é nenhum chamariz de espectadores porque, além de ser OFF BROADWAY, TBGM é todo em playback.

Segundo: Mesmo sabendo o que você deve esperar da peça, a proposta do musical ainda faz valer  #believe-me.

Bom…

Assim…

Então…

Ah, lembrei. As bichas…

          A peça começa com Adam e Steve contando como o mundo foi criado.

          Adão começa dizendo que no início Deus criou os céus as terras e isso não vai nem um pouco além do que nós já “sabemos”.

          Mas Steve o interrompe dizendo: Espera, não é assim que começa. Você pegou o livro errado.

          Adam então, pega o livro “certo”, que não se chama bíblia e sim, VERDADE.

          Aí sim começa a baixaria, já que a peça tem muito homem semi-nu, muitos beijos gays e muito sexo. Mas pra quem presta atenção na história, a ideia da peça é muito mais que brilhante.

Vamos resumir:

          Na peça, Deus é gay meio afeminado e teria ficado muito entediado em ter o universo só pra ele. Foi aí que ele teve a brilhante ideia de criar os lindos tesões bonitos e gostosos anjos. Mas ainda assim, Deus ainda achava o universo um lugar puta chato.

          E aí ele criou a Terra, e parece que rolou mesmo toda aquela coisa de criar os animais e a plantas e a luz e nhem nhem nhem. Depois de tudo isso, Deus percebeu que o mundo precisava de drama, de animação, e criou um homem, Adão. Mas Adão ficava trepando com os animaizinhos, e Deus resolveu criar Eva para resolver esse problema.

          Eva odiava cozinhar e, na verdade, não tinha dom nenhum com os deveres “do jardim” da “casa”.

          Eis que Adão chega com fome e reclama da comida que não tinha sido feita. Eva vai lá e arranca uma maça, que era a fruta preferida de Deus – que segundo o musical, parece gostar da fruta.

          Deus fica putinha e chuta os dois do jardim. Os anjos bichinhas têm, então, a brilhante ideia de diversificar dessa vez e criar dois homens. Deus acha MASSA!

          No casamento de Adam e Steve, novo casal que Deus cria para o jardim, Deus decide que eles foram bons meninos e os presenteia com os dons da musica, da criatividade, da moda e da arte e Eva, de fora do jardim, fica puta da vida de mal.

          Ela começa, então, a escrever um livro chamado Biblioteca Informativa em Defesa dos Seres Reprodutores. A piada fica perdida em português; em inglês, as iniciais formam BIBLE: Bíblia.

          Em algum momento, Caim acha que Abel virou gay e mata o irmão. Eva, puta da vida novamente, jura que seu livro fará com que o mundo odeie o povo escolhido de Deus. E é assim que, passando-se trocentos anos, aparecem um novo Adam e um novo Steve, e seus respectivos intérpretes homosexuais, que vivem as implicações da grande cagada de Eva.

          Até que Deus chega em Nova York, acompanhados do anjos Jacob sem camisa e…

          COF COF COF

PS: O que eu tenho pra dizer mesmo é que a história faz sentido. O musical não inclui nada de sobrenatural na história – partindo do principio que Deus é SUPER natural.

Eu realmente acho que é possível que se Deus tivesse que criar casais, Ele teria sido foda o suficiente pra considerar um casal homo-afetivo – adoro esse nome. Aí, pela lógica, eles não teriam tido descendentes e Eva e Adão teria tido 525600 filhos pra superlotar a Terra e, dar o pontapé inicial para 2012 – e para o apocalipse: claramente iniciado por Crepúsculo, BBB 300, Jerselicious, a Rebecca Black, o SOPA e a não legalização da maria-joanita.

Assiste aí.

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